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No final do Cretácio, à 65 milhões de anos, não só desapareceram os dinossauros completamente, mas também repteis voadores como por exemplo os pterosauros, e os repteis marinhos ichthyosauros e plesiosauros. De facto, entre 60 a 80 % dos animais de todas as espécies, incluindo muitas formas marinhas desapareceram. Muitas tartarugas, crodolilos e pássaros primitivos também desapareceram mas alguns sobreviveram para aparecer nas formas modernas.  

   Existem numerosas teorias sobre a extinção dos dinossauros. Mas durante os anos de 1980 uma forte evidência foi obtida para apoiar a ideia originalmente proposta por Luís Alvarez, que uma catástrofe global, causada por um impacto de um asteroid, cometa ou meteorito foi a responsável. Enormes quantidades de poeiras foram projectadas para a atmosfera, fazendo com que a Terra arrefecesse e escurecesse e que os animais de sangue frio como os dinossauros não pudessem sobreviver.

Suportando a teoria do impacto, cerca de 150 foram descobertas na terra. Uma das mais espectaculares é a Cratera Barringer no Deserto do Arizona, Estados Unidos da América.

A Cratera Barringer foi formada á cerca de 30,000 anos atrás( muito nova para ter a haver com a extinção dos dinossauros). Ela tem 7/10 milhas e 560 pés de profundidade, e foi causada por um meteorito de ferro com 200 pés de diâmetro, pesando um milhão de toneladas, deve ter atingido a Terra a uma velocidade de 30,000 milhas por hora e originou uma quantidade de energia equivalente ao engenho nuclear mais poderoso. Mas ela é pequena comparada com algumas velhas crateras.

O impacto responsável pela extinção dos dinossauros deve ter produzido uma cratera com pelo menos 100 milhas de diámetro. O Planeta inteiro mostra 3mm de espessura de rocha no nível apropriado( exactamente a fronteira entre o Cretácio e o Terciário), contendo muitas evidências do impacto:

Uma elevada concentração do elemento Iridium, que é raro nas rochas terrestres mas comun nos meteoritos.
" Grãos de de quartzo, marcas coloridas são indicadores de um impacto violento.
Aminoácidos raros são prova da origem extraterrestre. 

Na América do Norte os 3 mm de camada fica abaixo cerca de 2cm de espessura, e é 46cm mais espessa em lugares perto do Haiti e Cuba, sugerindo que o impacto se sitou no Mar das Caraíbas. Esta camada contém muito vidro, mm e cm em diâmetro, que foi provávelmente formado durante o impacto. A rocha fundida deve ter sido ejectada, e deve ter regressado á Terra. A composição dessas camadas suderem um impacto no oceano.

Passados poucos anos os geólogos descobriram uma cratera submarina com 200 milhas de diâmetro ( A Cratera Chicxulub) , da idade correcta mas enterrada 2 Km abaixo de sedimentos, ao largo a da Península de Yucatan na América Central. Existem actualmente duas camadas, a última das quais na parte ocidental da América do Norte, sugestionando que existiram dois impactos, possívelmente diferentes partes do cometa que se partiram sob a influência do campo gravitacional do Sol. Foi estimado que depois da colisão que muita poeira foi enviada para atmosfera e que o planeta ficou completamente na escuridão durante um período de 1 a 3 meses. A fraca luz do sol causou a extinção de muitas plantas e animais. Os animais de sangue frio tais como os Dinossauros foram mais afectados do que os animais de sangue quente os mamíferos.

Os geologistas encontraram que a rocha na Cratera Chicxulub é rica em sulfúrio. Eles concluíram que o iumpacto pode ter produzido um nevoeiro de dióxido de sulfurico que pode ter causado a escuridão e chuvas ácidas para mais de uma década.

Durante um grande período de tempo era dificil acreditar nestas espectaculares colisões. Mas as crateras de impacto na maioria dos planetas e na Lua mostram a realidade. E em 1994 um cometa que se tinha partido em 13 pedaços chocou com o Planeta Júpiter. Isto fez com que a possibilidade de um cometa chocar com um planeta seja uma realidade. Contudo , nem toda as pessoas acreditam que este género de catástrofe acaba-se com os dinossauros.

A EVOLUÇÃO DOS MAMÍFEROS

Os mamíferos apareceram na Terra muito antes da extinção dos dinossauros; de facto, eles apareceram no inicio do período Jurássico á cerca de 200 milhões de anos. Pelo final do Cretácio os pequenos primitivos marsupiais, e insectíveros, semelhantes aos furões e aos ouriços-caixeiros, eram bastante abundantes. Alguns desses animais sobreviveram da catástrofe do Cretácio/Terciário e evoluíram para formas de vida dominantes na era seguinte, os mamíferos podem ter evoluído para as primeiras espécies humanas. O período entre a extinção dos dinossauros e os últimos 65 milhões de anos ´chamado de Era dos Mamíferos ou Cenozoico. 

 

Somente depois dos dinossauros terem desaparecido os mamíferos iniciaram a sua grande diversificação e tornaram-se os animais dominantes na Terra. Então, no espaço de 10 milhões de anos, havia mamíferos de todos os géneros em diferentes habitats em terra, no mar e no ar. Eles eram herbíveros, carníveros, baleias, morcegos. Alguns deles eram bastante grandes, e outros não tinham mais do que 100 gramas, todo este conjunto é referido como Megafauna. Muitas destas espécies estão extintas.

Durante o Cenozoico deu-se uma tremenda onda de crescimento em outros grupos incluindo pássaros, repteis, anfíbios e peixes, fazendo com que a diversidade biológica  ficasse mais rica.

AS MUDANÇAS GEOGRÁFICAS E A EVOLUÇÃO

A geografia do mundo mudou dramáticamente durante o tempo em que os animais e as plantas estavam evoluídas. A maior massa continental fundiu-se num continente gigante chamado Pangaea durante a Era Paleozoica.

Durante o Período do Mezoico, o Continente Pangaea foi-se partindo até á forma dos continentes actuais, a movimentação dá-se a partir do impulso continental (drift). Esta ideia do Drift Continental foi primeiro nas marcas existentes entre as linhas costeiras dos maiores continentes, os mais notados são a costa de África com a costa da América do Sul. Isto é agora suportado por medidas, as quais mostram que os continentes em cada lado do Oceano Atlântico estão se movendo ainda hoje, á taxa de alguns centímetros por ano. 

 

A separação da grande massa de terra em diferentes continentes permitiu que a evolução biológica tomasse caminhos diferentes em diferentes partes do mundo. E a formação das ilhas oceânicas, resultado da actividade vulcânica, produziram muitas áreas isoladas onde a evolução pode exprimentar diferentes formas.

O quebrar deste isolamento, por actividade geológica ou por transporte de organismos entre as áreas isoladas, levou á extinção de formas endémicas, e também da diversidade.   

Durante a Era Cenozoica, deu-se um gradual arrefecimento de temperaturas assim como um gradual estabelecimento de zonas climáticas na Terra - Os Trópicos, as Zonas Temperadas e as Zonas Frias das altas latitudes. O culminar do arrefecimento deu-se na Era Pleistocena, ou Grande Idade do Gelo, á 1,8 milhões de anos. Durante esse período uma vasta extensão da América do Norte e da Eurásia estavam periódicamente  cobertas por enormes glaciares continentais. Esses glaciares avançaram durante quatro períodos glaciares e retiraram-se durante três períodos. Nós estamos provávelmente a viver agora no quarto estado inter - glacial. Durante os períodos glaciares o nível do mar baixou por causa de muita da água estar convertida em gelo. Consequentemente as pontes de terra, especialmente a de Bering que atravessava o Mar de Bering juntou a Ásia e a América do Norte, o que tornou possível as migrações animais.  

A EVOLUÇÃO DOS MAMÍFEROS NOS DIFERENTES CONTINENTES

 

A EVOLUÇÃO NO HEMISFÉRIO NORTE

Nós sabemos sobre os mamíferos do  Período Pleistoceno não foi somente recolhido a partir dos fosseis mas também das suas carcaças, especialmente do rinoceronte, que foi encontrado nos depósitos de petróleo na Roménia. Um Mamute, completo com carne, pelos e restos de conteúdos, foi encontrado congelado no gelo da Sibéria.

MAMUTES

Alguns membros da Megafauna do Pleistoceno ficou restrictas em certas áreas. Por exemplo, os rinocerontes e veados gigantes, a girafa, o urso de caverna foram encontrados somente na Eurásia e África. A ponte existente no estreito de Bering parece ter estado presente durante toda a Era dos Mamíferos. Isso permitiu a entrada a partir da Ásia de muitos mamíferos dominaram a fauna da América do Norte como por exemplo os mamutes, o mamute imperial, os mastodontes, bisontes, veados, carneiros, e um grande grupo de carníveros. 

MASTODONTE

BISONTES

 

 

A ponte existente no Estreito de Bering também permitiu que os animais evoluíssem na América do Norte e colonizassem posteriormente a América do Norte. Cavalos e Camelos originários da América do Norte partiram para a Ásia e para a América do Sul. Como consequência á 8,000 anos atrás extinguiram-se na América do Norte.  Os cavalos não reapareceram neste país até á segunda viagem de Cristovão Colombo em 1493.

A EVOLUÇÃO DO MAMÍFEROS NA AMÉRICA DO SUL

No inicio do Período Cenozoico, existia uma ponte de terra entre a América do Norte e a América do Sul, tal como existe hoje. Esta ligação natural permitiu aos mamíferos colonizar a América do Sul a partir da América do Norte. Esta ponte foi quebrada mais tarde durante a Era Eocena, e alguns animais que tinham passado para a América do Sul evoluíram em completo isolamento do resto do mundo. Durante cerca de 40.000 milhões esses grupos primitivos diversificaram-se em muitos espécies. 

Os Mamíferos placentais ( que carregam os seus filhos no útero, usando uma placenta com nutrientes) da América do Sul evoluíram para herbíveros, muitos deles movimentam-se devagar, como por exemplo o a Perguiça Megatherium.

Preguiça Megatherium

Os marsupiais ( mamifereos que carregam os seus filhos numa bolsa, como os Cangurus) evoluíram em outra direcção, tornando-se carnívoros. Um deles é Gato Dentes de Sabre da América do Norte.

Novas formas de vida selvagens continuavam a chegar á América do Sul depois do continente ter-se separado da América do Norte. Eles eram primatas que se desenvolveram como os novos macacos do Novo Mundo, e outros animais que evoluíram tais como as capivaras porcos da Guiné etc. Na América do Sul encontraram as condições ideais para se desenvolverem.  

 

 

A invasão da América do Sul. No Alto Plioceno, á 3 milhões de anos atrás, o istmo do Panamá é resultado das mudanças na crusta terrestre. Isto foi um desastre para muitos dos animais que evoluíram em isolamento na América do Sul. A América do Sul foi invadida por veados, camelos, cavalos, mastodontes, ursos, coelhos, ratos, gatos, cães. Algumas destas espécies levaram a extinção de muitas espécies que tinham evoluído na América do Sul.

Outro grupo de emigrantes (ex. Mastodontes e Cavalos) sobreviveram somente durante um breve período. Outros foram bem sucedidos, como por exemplo a família dos camelos tais como os vicunas, guanacos, alpacas e lamas. 

Vicunas

Guanacos

Alpacas

Lamas

Outro grupo de mamíferos sul americanos, os edentates( ex. Armadillos e Papa-Formigas), sobreviveram á competição com os invasores e ainda hoje abundam na América do Sul. Os Armadillos, tal como os primitivos ancestrais, são mamíferos com armadura a qual é composta por escudos separados. Mas o extinto glyptodonte tinha uma peça única similar á das tartarugas. Esses glyptodontes, alguns dos quais eram maiores que um Volkswagen e com uma couraça que nem um tanque, sobreviveram até aos tempos recentes e devem ter sido caçados pelas primitivas tribos de índios; pilhas de ossos de glyptodonte foram encontrados.

Glyptodonte

Alguns animais que evoluíram na América do Sul migraram na direcção oposta, estabelecendo-se no Norte assim são exemplo disso: O Papa-Formigas, Porco Espinho, o Oppossum e Armadillo.

Papa-Formigas

Porco - Espinho

opossum

armadillo

 

A América do Sul dá-nos um exemplo espectacular de como a evolução pode expandir-se em novas direcções quando a região estiver isolada durante um grande período de tempo. Isso também indica a dramática lição na qual as espécies mais bem adaptadas podem ser conduzidas á extinção quando espécies exóticas de outros lugares são introduzidas no seu habitat.

A EVOLUÇÃO DOS MAMÍFEROS NA AUSTRÁLIA.

A Fauna de mamíferos da Austrália também evoluiu em isolamento desde o inicio do período Cenozoico, mas neste caso o isolamento permanece completo. Por razões desconhecidas, a austrália foi aparentemente povoada inteiramente por marsupiais do que os mamíferos de placenta. Hoje os mamíferos da fauna australiana é constituída por marsupiais de diferentes géneros, que ocupam nichos ecológicos similares aos ocupados pelos mamíferos de placenta em outras partes do mundo. A evolução produziu o rato marsupial, a toupeira marsupial, e o mais impressivo, um lobo marsupial (extinto) e um leão marsupial(extinto) . Estes são alguns exemplos de evolução convergente. Outros marsupiais australianos ocupam o mesmo nicho ecológico do que certos mamíferos placentais em outros continentes, mas são diferentes na aparência. Por exemplo os wallabies e cangurus, e os Koalas. A Austrália também produziu algumas formas gigantes de Cangurus, os quais estão extintos.

 

Rato Marsupial

Toupeira Marsupial

Leão Marsupial

wallabies

kangaroos

A EVOLUÇÃO DOS HUMANOS

 

O Pleistoceno foi o período em que os homens evoluíram no velho mundo. Os primeiros homenideos viveram á 4 a 3 milhões de anos. Os chamados Australopithecus viveram em África e já caminhavam direitos.

Á 1.8 milhões de anos, o Homo Erectus apareceu em África, com um cérebro maior do que o existente no homem actual. Eles fizeram sofisticados utensílios como machados de pedra, e provávelmente utilizaram o fogo. Espalharam-se de África para a Ásia e sobreviveram até cerca de 400,000 anos atrás.

  

Os primeiros fosseis classificados como sendo os modernos Homo Sapiens  estão datados como tendo de  200,000 anos(National Geographic, Jan.1996) e foram chamados de neanderthal( uma sub-espécie de Homo Sapiens). 

Á cerca de 30,000 anos, muitos dos humanos modernos chamados Cro-Magnon evoluíram a partir do homem de neanderthal do Médio Oriente e alargou-se á Ásia e á Europa, apagando por completo os primitivos neanderthals.  Eles tinham cabeças maiores, testa alta, e prominentes queixos. Eles faziam utensílios de precisão, incluindo as definitivas pontas de lanças, e produziram trabalhos espectaculares sobre a vida selvagem nas paredes das cavernas, onde pintavam as suas caçadas com lanças e pedras armadilhas e fogo. 

OS HUMANOS ENTRAM NO NOVO MUNDO

Durante a última Idade do Gelo (á 120-20,000 anos atrás), muita água do mar gelou e o nível do mar caíu cerca de 300 pés, e a Ásia e a América do norte ficou ligada por uma faixa de terra chamada " A Ponte de Bering". Contudo, durante este período glacial( O Galciar Laurentide) encolheu todo o caminho do Ártico para o Oceano Pacífico, bloqueando os movimentos de animais e humanos entre continentes. Mas á cerca de 14,000 anos um subida de temperatura abriu um corredor gelado entre a parte principal do Glaciar Laurentide e a pequena cordilheira de gelo ao longo da costa. Isto tornou possível aos primeiros humanos migrarem da Ásia para América do Norte. Então durante o presente interglaciar, o gelo derreteu o que caosou a subida do nível do mar, cortando a ligação entre a Ásia e a América do Norte.

A América do Norte e América do Sul estava livre de humanos até que estes chegaram da da Ásia á 11,500 anos, através da ponte de gelo. Esse Povo de Clovis assim chamado depois de terem sido encontradas pontas na cidade com o mesmo nome no Novo México em 1932. Conjuntamente com as pontas Clovis foram encontradas ossos de mamutes em vários pontos da América do Norte, sugerindo que o Povo de Clovis caçava esses animais. Em alguns lugares ossos de outros mamíferos foram encontrados tais como Cavalos, Camelos, Bisontes, Leões e Lobos.

Mamute

(Canis dirus) Lobo Terrível



Desde á muito que tem sido assumido que o Povo Clovis foram os ancestrais dos Índios Americanos, mas essa certeza é agora questionada. Não foi encontrado nenhum esqueleto dos primeiros imigrantes, e somente foram encontradas cerca de 10 pontos de restos humanos com mais de 9,000 anos. Surpreendentemente , os antropologistas  concluíram que os crânios de dois velhos esqueletos (Spirit Cave Man do Nevada com 9,400 anos e  Kennewick Man encontrado em 1996, com 9,300 anos) são um pouco diferentes dos modernos Índios americanos. 

A base sequencial mitocôndrial de (mDNA) da população viva de Índios Americanos é similar aos exemplos encontrados na Ásia e Sibéria, confirmando as primeiras conclusões da arqueologia. Mas algumas mutações no (mDNA) do Índios americanos foram encontradas somente em algumas populações aborígenes no Sudoeste Asiático e nas Ilhas da Milanésia e Polinésia,  levantando a questão de que teriam chegado por mar os ancestrais dos Índios Americanos.

O pedido legal para entregar os restos humanos ás tribos que possam mostrar afiliação, podendo este queimá-los, tem originado enorme controvérsia sobre como muitas análises científicas a esses exemplos serão possíveis. No caso do homem de Kennewick, depois da falha na obtenção de provas de DNA o Departamento do Interior em 2000 autorizou um grupo de cientistas que suaram para obter os restos humanos para estudo científico, por não haver qualquer relação cultural entre o esqueleto e os actuais Índios Americanos.

Algumas provas sugerem que existiu ocupação humana na América do Norte e do Sul numa data mais antiga do que a Cultura Clovis, o que abre muitas e fascinantes possibilidades alternativas. Em muitos sitios do sudoeste dos Estados Unidos, tem sido datados muito mais cedo do a Cultura Clovis, mas as provas tem sido seriamente questionadas por razões técnicas. Contudo, uma informação chegada de um acampamento em Monte Verde no Chile, torna difícil aceitar completamente o tradicional ponto de vista "os primeiros Clovis". O sítio incluí restos de habitações e instrumentos de pedra o que não é comum na Cultura Clovis, assim como plantas medicinais datadas de á 12,500 anos atrás. Esta datação tem levado a crer que os primeiros imigrantes podem ter alcançado e explorado a América do Norte e América do Sul de barco, e não a pé. Provas arqueológicas mostram que os povos do Pacífico já usavam barcos á 25,000 ou talvez 40,000 anos atrás. Existem também muitas peças na linha de costa que se devem ter perdido na jornada no mar, assim como lugares ao longo da costa do Canadá, Califórnia, Peru, Equador, e Chile que mostram vestígios de ocupação humana entre 10,000 e 12,000 anos atrás. 


 

  

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